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Cuidados no Uso do Óleo de Andiroba
O aumento de casos de dengue trouxe algumas alterações nos hábitos das pessoas que passaram a consumir mais repelentes de insetos e inseticidas. No entanto, o uso de repelentes, sintéticos ou naturais, exigem cuidado, porque podem causar intoxicações e alergias especialmente em crianças pequenas.
Para maiores informações sobre repelentes sintéticos e naturais visite o site: Saúde Total
O óleo de Andiroba não é registrado na ANVISA com medicamento, fitoterápico ou homeopático.
Por isso não apresenta indicações terapêuticas definidas, não é oferecido como remédio, nem possui bula.
Utilize todos os óleos
com cuidado e sempre consulte seu médico nos seguintes casos: gravidez, pressão alta, epilepsia, ferimentos abertos, diabetes, erupções cutâneas, etc.
Óleo de Andiroba pode ser aplicado puro, ou diluído, diretamente sobre a pele.
As concentrações de uso tópico do óleo de Andiroba, como repelente, são eficazes à partir de 50%.
Experimente adicionar, aos poucos, algumas gotas de óleo de Andiroba à mesma quantidade de óleos vegetais e verifique os resultados, até encontrar a concentração ideal.
Evite o uso prolongado, se aparecer algum tipo de alergia suspenda o uso.
Mantenha os óleos essenciais ou vegetais longe do alcance das crianças.
Não use óleo de Andiroba internamente.
As informações disponíveis neste site não substituem a orientação, tratamento ou recomendação do profissional de saúde.
A AJA Brasil não apresenta alegações terapêuticas desse produto nem presta orientação médica.
O uso de óleo de Andiroba é de sua inteira responsabilidade, critério e risco.
A AJA Brasil exime-se de qualquer responsabilidade quanto a danos ou prejuízos, de qualquer tipo, resultantes do uso dos óleos vegetais e/ou essenciais.
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